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Sobre bebidas, hermanos e bwah-ha-has

Max Darin(1)

Por Tiago Ramos

É tudo culpa do Ricardo Darín.

Durante uma de nossas quasi-mensais sessões de bebedeira (bem, ao menos para um de nós), Maurício, por motivos que não consigo me recordar agora (mas que, pelas suas ausências em minha memória, imediatamente revelam quem dentre nós estava bebendo), decidiu que Darín seria a escolha ideal para interpretar Maxwell Lord nos cinemas. Deixa, claro, para uma longa sessão de gargalhadas.

Painel de

Painel de “Justice League International” #8, dezembro de 1987

Passada a euforia do conceito/momento, porém, logo veio a tristeza decorrente da percepção de que, dentro de nosso círculo de amizades, poucos acompanharam a saudosa Liga da Justiça Internacional no final dos anos oitenta, componente indispensável para apreciar a sagacidade do comentário. Inspirado pela ideia e embalado por uma natureza competitiva, lancei a minha tentativa de fincar um lampejo perspicaz para marcar a noite: “Cara, a gente deveria criar um blog e escrever sobre as coisas que nos interessam lá!”

Deixo a cargo do leitor o veredicto sobre quem teve a melhor ideia. Dica: não fui eu.

Seja como for, e passadas algumas semanas, cá estamos. Como já foi muito bem exposto por Maurício ao estender o seu tapete vermelho, não é nossa intenção reinventar a roda, mas buscaremos sim trazer um pouco de “novo” até seus dias. Seja pelo ponto de vista diferente sobre o que está na boca — e nos dedos — da cultura pop, seja por apresentar narrativas que acreditamos não terem recebido a devida atenção na internet brasileira, seja pelo olhar revigorado sobre o “velho”.

Do lado de fora ficam comentários sobre política, comportamento e nossas vidas pessoais, exceto quando absolutamente necessários para estabelecer contexto — como a breve anedota relatada acima. Na verdade, nosso site pertence ao mundo de ficção que nos preenche, alimenta e cura — tal qual a plantinha supostamente milagrosa que nos empresta seu nome. Adaptando minimamente a minha citação favorita em A Festa Nunca Termina (24 Hour Party People, 2002): nós somos personagens secundários em nossas próprias histórias.

Por fim, peço para que fique à vontade, apanhe sua bebida favorita — suco, refrigerante, cerveja ou até mesmo um chá de salsaparrilha — e divirta-se. Mas, cá entre nós, Darín é ou não é o Maxwell Lord perfeito?

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Sobre Revista Salsaparrilha (39 artigos)
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