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Sete Vezes… Arquivo X (Parte 2)

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Por Maurício Sellmann e Tiago Ramos

Tiago: Bem-vindo de volta! Na segunda metade de nossa coluna “Sete Vezes” dedicada a Arquivo X, provaremos que a quarta temporarda é a melhor da série, faremos com que um item de nossa lista valha por dois e tomaremos uma decisão… improvável. Se você perdeu a primeira parte, atualize-se aqui. Sem mais delongas, então, novamente convidamos você a adentrar nosso “lar”. Ou, em inglês,

4. Home (Temporada 04, episódio 02)

Escrito por Glen Morgan e James Wong
Dirigido por Kim Manners

Maurício: O corpo de um recém-nascido é encontrado nas proximidades da fazenda dos Peacock, um pessoal recluso que não usa eletricidade ou água corrente e “cria seu próprio gado, se você me entende”, nas palavras do xerife da cidadezinha de Home. Examinando o cadáver, Scully descobre que ele é um compêndio de doenças congênitas. A investigação os levará direto para a porta dos Peacock, onde algo se esconde embaixo da cama. De todos os episódios de horror de Arquivo X, carinhosamente chamados de “Monstros da Semana”, este é o mais perturbador. Para as sensibilidades já acostumadas ao horror moderno, a história com clima de O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chain Saw Massacre, 1974) talvez não assuste tanto. Porém, mesmo espectadores mais descolados vão sentir desconforto com a combinação macabra de incesto, endogamia, violência e a canção Wonderful! Wonderful! (grande sucesso de Johnny Mathis da década de 50, usado aqui numa cena de assassinato).

Kim Manners e os diretores de fotografia Jon Joffin e Ron Stannett dão à história um aspecto de terror cinematográfico clássico, com imagens luminosas, de cores saturadas (para contrastar com as sombras da casa dos Peacock), enquadramentos oblíquos ou de baixo para cima, e elegantes zooms. A combinação entre roteiro afiado e direção cuidadosa foi tão eficaz que resultou em problemas na exibição: na sequência inicial, um bebê é enterrado vivo durante a noite. De tão chocante, a cena teve problemas com os executivos da Fox. Como resultado, o áudio do bebê chorando foi retirado do fim da cena. Ainda assim, o episódio ganhou um aviso de cenas fortes e nunca mais foi reprisado pela emissora – nem chegou a ir ao ar pela Rede Record no Brasil.

Em Home, como nos melhores filmes de terror, o que é sugerido é tão ou mais assustador do que o que é mostrado. E como no melhor horror, oferece uma devastadora crítica social. Os Peacock são uma sátira ao núcleo básico da sociedade, levando os valores familiares a uma conclusão lógica extrema. Eles se comportam como um espelho nefasto da própria Home e das míticas cidades do interior idílicas dos Estados Unidos. Essa disposição a um olhar afiado da sociedade americana moderna é um aspecto de Arquivo X que não costuma ser citado, porém se encontra em vários outros grandes episódios, como Die Hand Die Verletzt (sobre religião e organizações sociais), Arcadia (sobre comunidades suburbanas), e Folie à Deux (sobre o mundo corporativo). Neste ponto, a série toma inspiração da clássica Além da Imaginação (The Twilight Zone). Contudo, não há nada remotamente parecido com isso sendo produzido hoje.

5. Paper Hearts (Temporada 04, episódio 10) / Memento Mori (Temporada 04, episódio 14)

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Escritos por Viince Gilligan (ambos), Chris Carter, John Shiban e Frank Spotnitz (Memento Mori)
Dirigidos por Rob Bowman

Tiago: Qualquer discussão sobre Arquivo X inevitavelmente mencionará a dinâmica entre Mulder e Scully e seus pontos de vista conflitantes diante do inexplicável. No curso de nossas longas conversas sobre os sete episódios que comporiam nossa lista, eu e Maurício ambos gostaríamos de incluir um exemplo destacando um dos membros da dupla, de modo a provar que, mesmo individualmente, a série contava com excelentes protagonistas. Até aí, tudo bem.

Maurício: O problema é que Tiago escolheu um episódio sobre Mulder (Paper Hearts), quando eu achava um da Scully (Memento Mori) mais apropriado – há uma indicação ao Emmy de Roteiro Original do meu lado! Por fim, acomodamos os pontos de vista um do outro e concordamos em apelar para a nossa segunda trapaça matemática. De qualquer modo, Paper Hearts serve de contraponto a Memento Mori, já que eles contrastam as personalidades dos protagonistas ao tratar individualmente de cada um num momento em que eles precisam enfrentar a irreversibilidade da morte.

Esses episódios que oferecem estudos dos personagens eram comuns na série. Além de Memento Mori, Scully está no centro de RevelationsAll Things e Milagro. Entre as histórias que focalizam Mulder, The Pine Bluff Variant, Demons e Closure estão entre as melhores. No entanto, Arquivo X não limitava esses episódios individuais aos personagens principais. O diretor assistente Skinner (Avatar); o diabólico Canceroso (Musings of a Cigarette Smoking Man); o agente John Doggett (Release); e os hackers Langly, Frohike e Byers (Unusual Suspects) também ganharam suas aventuras solo.

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Tiago: Em Paper Hearts, Fox Mulder — eternamente assolado pela abdução de sua irmã quando criança — passa a ter sonhos com pistas que, após despertar, levam-no a encontrar o corpo decomposto de uma menina morta. A descoberta o conduz a John Lee Roche (Tom Noonan), serial killer capturado pelo próprio Mulder no início dos anos noventa. Assassino confesso de treze garotas, Roche recortava pedaços dos vestidos de suas vítimas em forma de coração como troféus. Agora, graças aos sonhos do agente, três novas vítimas são associadas ao psicopata, crimes realizados antes de sua prisão. Uma das crianças não identificadas, porém, pode muito bem ser a irmã desaparecida de Mulder.

Uma grande história frequentemente conta com um grande vilão, e este episódio não foge à regra. A interpretação de Noonan atribui ao seu John Lee Roche o tom ideal de frieza e inteligência, capaz de inspirar revolta em ambos os lados da tela. Aqui, como em Ice, não se trata de uma idéia original — jogos de gato-e-rato entre investigador e investigado já eram velhos antes mesmo de O Silêncio dos Inocentes (The Silence Of The Lambs, 1991) virar referência no assunto — mas sim da execução impecável. Mesmo as limitações de David Duchovny como ator não impedem o espectador de se envolver com a trama, extremamente tensa em seu clímax e tocante em todo o seu desenrolar. Destaca-se, ainda, o tom etéreo da trilha de Mark Snow, distinto da nota sombria normalmente atribuída à série pelo compositor e responsável pela primeira das cinco indicações ao Emmy que ele teria pelo seu trabalho no programa.

Maurício: Falando em Emmy, Memento Mori é provavelmente o episódio que consolidou a escolha de Gillian Anderson para Melhor Atriz Dramática pelos eleitores daquele ano. Aqui, Scully tem que encarar a descoberta de um câncer e aceitar a própria mortalidade. Narrações em off da personagem, na verdade uma longa carta que ela escreve a Mulder, guiam o episódio e servem como uma reflexão sobre a morte (em latim, “memento mori”). A sequência antes dos créditos é particularmente original: o espectador é conduzido por um longo corredor com uma forte luz branca no fim. Ao chegar lá, a câmera revela uma sala médica onde Scully observa a radiografia com o seu tumor. Enquanto Mulder segue uma linha de investigação que pode levar a uma cura para o câncer, Scully aceita sua condição de forma estoica. Porém, o encontro com uma outra paciente – que pode ter desenvolvido a mesma doença em condições similares e está em estágio terminal – pode ser demais até para a couraça pragmática da agente.

A subtrama de Mulder parece estar em conflito com a história principal do tratamento de sua parceira. Ele corre contra o tempo para descobrir um experimento que envolve clones e a retirada de óvulos de mulheres que podem ter sido abduzidas, como Scully. (Óvulos que, pelo visto, parecem resistir até a temperatura ambiente!) Apesar disso, toda vez que Mulder chama a atenção para os detalhes dessa conspiração extraordinária, Scully (e o episódio) puxam os trabalhos de volta à Terra  e à realidade mais terrível e inevitável do câncer. O centro emocional de Memento Mori é a forma como Scully resolve lidar com a doença em suas conversas com a mãe, a outra paciente e Mulder. A dignidade combinada com vulnerabilidade que Anderson imprime à personagem tornam difícil ao espectador conter as lágrimas. No epílogo, a subtrama “vencida” acaba refletindo a trama principal: durante o tratamento, Scully chama o tumor de o “estranho diabólico no meu corpo”; no fim, um personagem fará um trato com o diabo encarnado para tentar salvá-la.

Tiago: Na primeira parte deste artigo, prometemos que daríamos todo o contexto necessário para que o leitor conseguisse acompanhar os episódios, caso estivesse se aventurando na série pela primeira vez. Porém, apesar de Memento Mori ser, tecnicamente, um capítulo da mitologia, da trama que se desenvolve ao longo das nove temporadas, o enredo dos clones não merece maior atenção, ao menos aqui. Desta vez, fazemos a você o convite a não se preocupar em acompanhar a história. Ainda que, se colocarmos na ponta do lápis, provavelmente constataremos que Mulder tem mais tempo de tela do que Scully, não se engane: este palco é dela. Não pense, sinta. E emocione-se.

6. Triangle (Temporada 06, episódio 03)

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Escrito e dirigido por Chris Carter

Tiago: Encontrado inconsciente à deriva no oceano, Fox Mulder é resgatado pelos tripulantes do cruzeiro britânico Queen Anne. Ao se deparar com o ambiente ao seu redor, o agente acredita que o navio, ao atravessar o Triângulo das Bermudas em 1939, havia viajado no tempo e ressurgido no presente (na época, o agora longínquo ano de 1998). Logo, Mulder descobrirá que foi ele quem se deslocou para o final dos anos trinta, e terá de enfrentar um motim encabeçado por nazistas que poderá alterar por completo os rumos da Segunda Guerra Mundial. Enquanto isso, no presente, Scully procura desvendar o mistério do desaparecimento do seu parceiro com a ajuda do trio Langly, Frohike e Byers.

Após cinco temporadas de vinte ou mais episódios cada, o programa começava a dar sinais de cansaço. A fórmula de “Monstro da Semana” já havia sido explorada de quase todas as maneiras possíveis, ao passo que a mitologia da série começava a rodar em círculos, resultado da incerteza sobre quantas temporadas adicionais Arquivo X ainda teria. Com isso, os episódios com experimentos narrativos – que, talvez possamos afirmar, têm seu marco inicial ainda no terceiro ano com Jose Chung’s “From Outer Space” – passam a chamar cada vez mais atenção. Há episódios em formato de documentário, com câmeras subjetivas (X-Cops), Monday, com repetição de uma mesma situação ao melhor estilo Feitiço do Tempo (Groundhog Day, 1993), e o ótimo Post-Modern Prometheus, uma releitura em chave musical cômica dos filmes de terror antigos da Universal. Triangle, entretanto, é o melhor deles.

A ideia é a seguinte: cada bloco do episódio é mostrado como uma tomada única, sem cortes. Na prática, Chris Carter utiliza a mesma trapaça que Alfred Hitchcock aplicou em Festim Diabólico (Rope, 1948) disfarçando seus cortes e editando os pedaços de maneira a simular a tomada contínua. De lambuja, temos ainda telas divididas no penúltimo segmento, as quais mostram a ação se desenrolando simultaneamente no passado (com Mulder) e no presente (com Scully), inclusive no mesmo espaço, a bordo do Queen Anne. Ah! Como se tudo isso não bastasse, Triangle foi ainda filmado em widescreen (2:35:1, ou seja, como um filme mesmo), e exibido originalmente em formato letterbox (1:33:1, aquele com as faixas pretas em cima e abaixo da imagem, que fica no centro da tela como se no cinema). Assim, buscava-se preservar a sensação dos planos contínuos e ressaltar a atmosfera de filme clássico da brincadeira.

Maurício:  Até este ponto, Arquivo X era filmada com câmeras digitais de definição inferior às de hoje e em formato 4:3, padrão para os programas da época. O formato widescreen se tornaria comum na televisão norte-americana apenas nos anos 2000, com a popularização das TVs de tela plana. Triangle foi cinema na TV antes que a HBO tivesse essa ideia.

Tiago: O resultado final é um episódio divertidíssimo, leve, plenamente consciente de suas referências cinematográficas e do seu próprio formato. As situações encontradas por Mulder no passado, bem como suas soluções, nos remetem aos filmes dos anos quarenta. No presente, uma Scully caminhando apressada pelos corredores do FBI em busca da informação que poderá salvar a vida do seu parceiro, seguida por uma câmera por todo lado, compõe um segmento eletrizante. Há ainda o primeiro beijo do casal na história do programa (quer dizer, mais ou menos…), e um diálogo final que deixa o espectador com um sorriso no rosto. Triangle não é a melhor ilustração dos temas que definem a série, mas é um brilhante exemplo do que 45 minutos de televisão podem realizar.

Imagem do episódio

Imagem do episódio “Lazarus”.

Maurício: Neste episódio, também fica evidente o aspecto feminista de Arquivo X. Dana Scully é tratada em pé de igualdade com seu parceiro, fornecendo a voz da razão várias vezes na trama e correndo contra o tempo para resgatar Mulder e o mundo. Chris Carter escreveu a personagem como uma mulher inteligente e independente. Com um currículo de dar inveja a qualquer um – médica forense, cientista, agente federal –, ela salvou o couro de Mulder não poucas vezes durante a série, quer com a inteligência ou com uma arma na mão.

Os executivos da Fox queriam uma mulher mais sexy no lugar de Gillian Anderson. Carter bateu o pé e colocou Anderson em terninhos funcionais ou camisas de flanela folgadas (como em Ice) em vez de moda praia, como era costume à época. Além disso, a série é contada basicamente da perspectiva dela, o que já era claro nas primeiras cenas do piloto. Personagens femininos erotizados e/ou posicionados como vítimas eram maioria no repertório da televisão. Scully inspirou garotas a se tornarem cientistas ao mesmo tempo em que conquistou o coração de todo nerd no planeta, abrindo caminho para as protagonistas fortes de programas como Scandal e The Good Wife.

7. Improbable (Temporada 09, episódio 13)

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Escrito e dirigido por Chris Carter

Maurício: Improvável é o título adequado para um episódio que tinha tudo para implodir. Foi feito no meio da nona e última temporada, quando a série estava nos seus estertores. O contrato com David Duchovny havia terminado na temporada anterior – ele retornaria apenas para o último episódio, The Truth. As participações de Gillian Anderson eram esporádicas. Os novos agentes da divisão Arquivo X do FBI, Monica Reyes (Annabeth Gish) e John Doggett (Robert Patrick), tinham jeito de pálidas cópias da dupla original (e eram). Todos os grandes arcos narrativos da série já haviam sido resolvidos. A nova trama com supersoldados ultrapassava os limites da suspensão de descrença. Por muito tempo, nem mesmo se sabia se o criador da série, Chris Carter, estaria envolvido nessa temporada. Esse esgotamento de ideias, que já vinha do oitavo ano, ficou evidente também nos episódios isolados. Empenhados em consolidar os novos personagens, os produtores exageraram ao imprimir um tom sombrio para os enredos. É nesse ponto desolador que entra Burt Reynolds.

Tiago: Burt Reynolds, não! Deus! Calma, calma, explicamos: Reyes, investigando um assassinato recente, acredita que o evento guarda relação com as mortes de outras mulheres ao longo dos anos, igualmente não solucionadas. Ela defende que o serial killer responsável pelos crimes seleciona suas vítimas utilizando-se de numerologia, e passa a aplicar a mesma “técnica” para caçá-lo. Na busca pelo assassino, ela e Scully encontrarão um homem jovial, de camisa havaiana e aficionado por jogos e música (Reynolds). Ele convidará a dupla para algumas partidas de damas, que poderão salvar a vida de ambas e ajudá-las a solucionar o caso.

Exceto pela apresentação, logo na primeira cena, do personagem de Burt Reynolds – que nunca é nominalmente identificado como Deus, mas cuja verdadeira identidade é deixada clara ao longo do episódio –, Improbable começa de forma banal. Entretanto, Chris Carter logo começa a colocar seus personagens em situações absurdas (no melhor sentido), preenchidas com diálogos hilários e intercaladas com cenas inacreditáveis. Em mais de uma ocasião, como se contagiados pela presença divina de Reynolds, os moradores de uma comunidade de imigrantes italianos interrompem a evolução da história para dublar (!!) a trilha sonora do episódio (cantada em francês, italiano e inglês pelo multifacetado Karl Zéro), tal qual um musical. Ao mesmo tempo, suas rotinas diárias se transformam em uma ritmada coreografia. Vale dizer que esse clima italiano permeia todo o episódio, desde o “Dio Ti Ama” substituindo o tradicional “The Truth Is Out There” (“A Verdade Está Lá Fora”) na sequência de abertura até a identificação de Carter como “Produttore Esecutivo” ao final.

Maurício: Episódios cômicos fazem parte de Arquivo X desde a segunda temporada, como o já mencionado Humbug. Essa disposição para não se levar sempre a sério era um risco calculado que quase sempre tinha êxito. Em Small Potatoes, um homem se passa por Mulder e expõe o patético da vida pessoal dos protagonistas. Nas duas partes de Dreamland, o agente troca de corpo com o infame Morris Fletcher (interpretado por Michael McKean, um dos melhores comediantes a sair do programa Saturday Night Live). Em Bad Blood, Mulder e Scully contam versões absolutamente díspares do mesmo caso sobre vampiros para o incrédulo Skinner. The Amazing Maleeni versa sobre um mágico trambiqueiro, interpretado pelo grande ilusionista e estudioso de mágica Ricky Jay. E por aí vai.

Tiago: Porém, Improbable se destaca não por ser o melhor, mas por ser verdadeiramente único. Em nenhum outro momento da série encontramos um roteiro tão desapegado de convenções, estruturas e expectativas do público, capaz de nos fazer sentir como se Chris Carter estivesse realizando o episódio exatamente como queria, sem restrições. Sim, é bastante provável (sem trocadilho) que essa liberdade seja resultado do fundo do poço criativo do programa, e de uma sensação de que não se havia mais nada a perder. Seja como for, Improbable apanha os limões à sua disposição e faz uma limonada. Ou melhor: lemoncello.

Maurício: E com esta referência etílica, encerramos nossa lista. Outras séries tentaram emular Arquivo X, mas nenhuma conseguiu unir tantos elementos tão diferentes. De qualquer maneira, as características acima acabariam se tornando parte integral da cartilha da nova geração de seriados norte-americanos. Com o retorno do elenco, produtores e roteiristas originais que proporcionaram os episódios desta lista, a microssérie anunciada pela Fox tem grande potencial. Ou, pelo menos, como diria Mulder: “Eu quero acreditar”.

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